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Nesta palestra, compartilho minha trajetória como mulher autista em tecnologia e os desafios de construir pertencimento em ambientes ainda pouco preparados para a diversidade. A partir da minha vivência pessoal e profissional, proponho reflexões sobre como pequenas mudanças — entre elas, questionar se ainda seguimos as metodologias que acreditamos seguir — podem tornar os times mais inclusivos, produtivos e mentalmente saudáveis. Discutiremos também como essas práticas não são apenas boas intenções, mas estratégias concretas para reduzir o desgaste, aumentar a autonomia e lidar melhor com contextos de mudança, como atualizações de normas ou alta rotatividade. Mais do que um debate sobre diversidade, é um convite para repensarmos como desenhar ambientes nos quais mais pessoas possam simplesmente existir e contribuir, sem precisar se adaptar o tempo todo.
